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Mostrando postagens de janeiro, 2018

“Meu templo, minhas regras!” assim diz o Senhor - Uma abordagem teológica sobre o corpo como templo do Espírito e a dança fora da igreja

12 de janeiro, sexta-feira, 23:22 - Eu estou ouvindo uma música que canta o pai nosso, (chama "Pai Nosso") e aqui no meu Spotify quem canta é o "Pedras Vivas". Eu nem sabia que existia um grupo de música com esse nome. Acabei de assistir uma live de um congresso de dança onde teve dança espontânea, bandeiras de seda, aquelas roupas largas que quando você gira dá o maior movimento. Um monte de sapatilhas, pessoas, emoções. Uma metalinguagem toma conta do lugar. AHhh, como eu amo a metalinguagem! Minha cabeça começa a entrar numa coreografia difícil de dançar. Minha mente começa a girar em passos complexos de acompanhar. O que teria acontecido comigo se eu nunca tivesse saído desse universo? E se eu tivesse ido praquele seminário de “louvor e adoração” e de “missões” daquela banda famosa que é nos arredores da capital de Minas?  Sim, pra quem não sabe eu SEMPRE SONHEI em ir ao CTMDT, inclusive eu nem queria fazer faculdade. Lida com isso, universo!  E se...

SOPRO BRASILEIRO

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SOPRO BRASILEIRO A cuida é do Rio Grande do Sul A camiseta é do Rio Grande do Norte O céu é de Minas Gerais O menino é do Paraná O coração é do mundo inteiro O olhar é de brasileiro A avó é nordestina A mãe é paulistana O pai interiorano O irmão metropolitano O jovem é cigano De andar e voar se fez De ir e voltar se desfez De estar e partir se refez De viajar e viver Solidez Ele não tem dinheiro Ele não tem posses Ele tem mapas Ele tem histórias A riqueza dele ninguém rouba A posse dele é a trajetória O computador é de Curitiba O shorts é de João Pessoa Ele escreveu esse poema em São Paulo Na sala de embarque do Tietê Mas a poesia dele nem mesmo a ele pertence A poesia dele é sopro brasileiro!